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Atividades gratuitas

Rota das Igrejas de Peniche

Tratando-se de uma costa propícia a naufrágios e acidentes marítimos, a História trágico-marítima de Peniche parece estar recheada de dramáticos episódios que, envolvendo esta comunidade piscatória, reafirmam a duradoura e contraditória relação estabelecida entre o Homem e o mar: o mar que alimenta e enriquece é o mesmo que naufraga e destrói. Desta cruel contradição resultou uma vivência humana profundamente marcada pela Fé e por uma extrema religiosidade, visível nos cultos e festas religiosas associados ao mar, dos quais as venerações de Nossa Senhora da Ajuda, de Nossa Senhora da Boa Viagem e de Nossa Senhora dos Remédios constituem expoentes máximos.A religiosidade desta comunidade piscatória é igualmente perpetuada na magnificência dos seus templos. Destes, a capela de Nossa Senhora dos Remédios e as igrejas de Nossa Senhora da Ajuda, S. Pedro, Nossa Senhora da Misericórdia de Peniche, constituem pela sua relevância histórica e beleza artística os mais significativos monumentos evocativos desta arreigada devoção popular existentes na península de Peniche.Nesta terra, cuja implantação geográfica foi durante séculos justificação da sua importância, expressa nomeadamente na ligação da Vila de Atouguia da Baleia, antiga sede de concelho com foral dado pelo primeiro Rei de Portugal, e da Serra d’El-Rei à Casa Real, destacam-se ainda, com particular relevo, o rol do património de matriz religiosa disperso pelas freguesias rurais do concelho, onde templos como as igrejas de S. Leonardo, de Nossa Senhora da Conceição e da Misericórdia de Atouguia da Baleia, todas na Vila de Atouguia da Baleia, de Nossa Senhora da Consolação (lugar da Consolação) e de S. Sebastião (Vila de Serra d’El-Rei), ou a Ermida de Santo Estêvão (Baleal), figuram necessariamente como pontos de visita obrigatória no âmbito deste itinerário.

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Escola de Rendas de Bilros

Criada em 1987, a Escola Municipal de Rendas de Bilros de Peniche, surgiu com o propósito de salvaguardar a arte de tecer a renda de bilros. Está localizada no edifício do Posto de Turismo de Peniche, no centro da cidade e é hoje uma referência como baluarte na defesa deste património local. É frequentada por alunas de todas as idades. A Escola Municipal de Rendas de Bilros acolhe todos os interessados a título gratuito e presta os seguintes serviços:

Ensino e aperfeiçoamento de técnicas e processos de execução da Renda de Bilros de Peniche (desenho, elaboração de piques, cerzidura, urdidura, entre outros). A Escola aceita ainda encomendas para execução de Rendas de Bilros e conceção de vários trabalhos (Renda Erudita, Renda Popular, Renda Moderna).

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Museu da Renda de Bilros

A Renda de Bilros de Peniche é amplamente considerada o ex-libris do artesanato Penichense, um património cultural de referência incontornável e um ativo de substancial importância, reconhecido tanto em Portugal, como no estrangeiro. Integrado na Rede Museológica concelhia, o Museu da Renda de Bilros de Peniche, inaugurado a 23 de julho de 2016, versa o estudo, a conservação, a valorização e a divulgação deste importante património cultural de Peniche – a Renda de Bilros – nas suas vertentes material e imaterial.A Renda de Bilros é, indubitavelmente, parte da herança cultural das gentes de Peniche – um património vivo, testemunho da identidade, memórias e tradições seculares deste território.

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Fortaleza de Peniche

Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, a Fortaleza de Peniche viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974 e, a partir de 1984, albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional. A Fortaleza de Peniche é Monumento Nacional desde Março de 1938. Enquanto espaço de promoção cultural, funciona, no interior da Fortaleza, o Museu Municipal de Peniche, o Estúdio Municipal de Dança e o Atelier Local de Artes – ALA.

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Cabo Carvoeiro

O perímetro envolvente ao Cabo Carvoeiro (Peniche) mostra uma paisagem dominada por uma sucessão de calcários e rochas afins, datada essencialmente do Jurássico inferior (entre os 200 e os 180 milhões de anos). As condições excecionais de exposição do afloramento permitem uma observação contínua e detalhada do registo sedimentar, capaz de reconstituir a história geológica daquele compartimento temporal ocorrida em Portugal. Os imensos atributos geológicos aí presentes, alguns deles singulares no contexto da geologia nacional, são facilmente comprovados, através de intensa e inesgotável atividade científica produzida particularmente, nos diferentes domínios da Geologia e da História Natural.

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Museu da cidade

O Museu Municipal de Peniche afirma-se enquanto espaço de referência no panorama museológico nacional, estando implantado na Fortaleza de Peniche, Monumento Nacional com mais de quatro séculos de História que albergou, de 1934 a 1974, uma prisão política. Inaugurado em 1984, é um museu genérico que abarca diferentes coleções, das quais sublinhamos os espaços musealizados relativos à Resistência antifascista (Baluarte Redondo / Segredo, Parlatório e Celas de Alta Segurança) e as coleções de Arqueologia, História e Etnografia local (Pré-história, Arqueologia Subaquática, Pescas e Construção Naval, Rendas de Bilros e Arquiteto Paulino Montez).

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Gruta da Furninha

A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Joaquim Nery Delgado.Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, do qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche.

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Forte de S. João Batista

O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista.

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